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26 de janeiro de 2026

Naming estratégico: a arte de batizar negócios

Falar em naming estratégico pode soar complexo mas, na verdade, é preciso considerar que o nome é o ativo mais duradouro de uma empresa. Afinal, campanhas mudam, logotipos evoluem, sedes trocam de endereço, mas o nome costuma ficar. Por outro lado, mudar de nome (re-naming) custa caro e apaga anos de memória de mercado.

Por isso, acertar na primeira tentativa não é apenas desejável, é vital.

Apesar disso, muitos empreendedores tratam o processo de Naming como uma escolha casual entre amigos numa mesa de bar. O resultado? Nomes impronunciáveis, domínios inexistentes e, no pior cenário, processos judiciais por violação de marca registrada.

Por esse motivo, a Ludy.Co elaborou esse conteúdo para transformar a “folha em branco” em um ativo de valor. Acompanhe a visão da agência especialista em estratégia de marca sobre como criar nomes que colam na mente e passam no cartório.

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Perguntas frequentes sobre Naming estratégico

Não é apenas “inventar nomes”. Naming é uma disciplina do branding que aplica critérios linguísticos, mercadológicos e jurídicos para desenvolver nomes de marcas, produtos ou serviços. Em resumo, ele é a intersecção entre criatividade (soar bem) e estratégia (estar disponível e fazer sentido).

É altamente recomendável, mas não é a única regra. Isso porque com a escassez de domínios curtos, muitas marcas usam sufixos criativos (ex: getpocket.com, teslamotors.com). Porém, o erro é escolher um nome cujo domínio custa uma fortuna ou já está em uso por um concorrente direto.

Pode, mas cuidado. De modo geral, nomes patronímicos (Ford, Ferrari) carregam tradição, mas dificultam a venda da empresa no futuro (quem quer comprar a “Consultoria Silva” se o Silva não está mais lá?) e limitam a expansão para áreas não associadas à família.

Um processo profissional de naming leva de 3 a 6 semanas. Isso porque a maior parte do tempo não é gasta criando, mas verificando a disponibilidade legal e digital. Para cada 100 nomes criados, geralmente apenas 3 sobrevivem à triagem jurídica.

Sim. Marca sem registro é marca sem dono. Se você não registrar no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), você está apenas esquentando o lugar para outra pessoa. O registro é a única garantia de propriedade real sobre o nome.

A anatomia de um nome forte

Um bom nome trabalha para a empresa. Isso porque ele economiza dinheiro de marketing porque é fácil de lembrar e digitar. Segundo a metodologia da Ludy.Co, um nome funcional precisa passar em três testes básicos:

  1. Sonoridade (O teste do rádio): Se você falar o nome no rádio, a pessoa consegue escrevê-lo no Google sem errar? Nomes com grafias complexas (com “ph”, “y”, “k” desnecessários) perdem tráfego orgânico.
  2. Visualidade: O nome fica bonito escrito? As letras formam uma silhueta agradável? Isso impactará diretamente a identidade visual.
  3. Flexibilidade: O nome permite que a empresa cresça? Se a Amazon se chamasse “Livraria do Jeff”, ela jamais venderia eletrônicos e nuvem hoje.

As 4 categorias de nomes

Para criar, é preciso entender os “baldes” onde os nomes se encaixam. Cada tipo tem prós e contras no posicionamento de marca:

Descritivos

Dizem exatamente o que a empresa faz.

  • Exemplos: Banco do Brasil, General Motors, A Casa do Pão de Queijo.
  • Vantagem: Clareza imediata. O cliente não precisa adivinhar.
  • Risco: Baixa proteção jurídica (é difícil registrar palavras comuns) e dificuldade de diferenciação.

Sugestivos / Associativos

Usam metáforas ou sugestões do benefício, sem serem literais. É o “ponto ideal” para muitas startups.

  • Exemplos: Netflix (Net + Flicks/Filmes), Nubank (Nu/Transparente), Twitter (Gorjeio/Rápido).
  • Vantagem: Criam uma imagem mental forte e são mais registráveis.

Abstratos / Neologismos

Palavras inventadas que não significam nada até a marca dar significado a elas.

  • Exemplos: Kodak, Rolex, Häagen-Dazs.
  • Vantagem: Proteção jurídica total e domínio.com quase garantido.
  • Risco: Custo altíssimo de marketing. Você precisa gastar milhões para ensinar ao público o que “Kodak” significa.

Arbitrários

Palavras reais usadas fora de contexto.

  • Exemplos: Apple (para computadores), Amazon (para comércio), VIVO (para telefonia).
  • Vantagem: Palavras já conhecidas, fáceis de lembrar.
  • Risco: Encontrar uma palavra de dicionário que ainda não tenha sido registrada é uma tarefa hercúlea hoje em dia.

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A barreira invisível: Disponibilidade jurídica

A parte mais dolorosa do naming estratégico nem sempre é a falta de ideias mas, sim, a lei. Isso porque o Brasil tem milhões de empresas ativas e a chance do nome “genial” que você pensou já existir é altíssima.

Sendo assim, antes de se apaixonar por um nome, faça a Busca de Anterioridade e verifique a classe de atuação no INPI. Em síntese, se você vai abrir uma marca de roupas e já existe uma marca de roupas com nome foneticamente similar, seu pedido será indeferido. Portanto, ignorar essa etapa é plantar uma bomba-relógio jurídica no alicerce do negócio.

Erros comuns que matam nomes

Fuja destas armadilhas amadoras que condenam marcas ao esquecimento ou ao tribunal:

1 | A “Síndrome de Sorocaba”: Colocar o nome da cidade ou região no nome da marca (ex: “Sorocaba Tech”) pode, em algum momento, limitar sua expansão geográfica. Por isso, se você quiser vender para São Paulo ou para o mundo depois, terá que mudar de nome;

2 | Cacofonia e duplo sentido: Nomes que soam mal ou formam palavrões quando lidos rápido. Validar o nome em outros idiomas (se houver pretensão de exportar) é obrigatório;

3 | Seguir modinhas: Nos anos 2000, tudo era “iSomething” (iPod, iFood). Por outro lado, nos anos 2010, tudo perdia as vogais (Flickr, Tumblr). Por isso, tome cuidado, já que nomes de modinha envelhecem rápido e ficam datados;

4 | Nomes muito longos: Na era dos apps, seu nome precisa caber num ícone ou numa url curta. Além disso, nomes com mais de 3 ou 4 sílabas sofrem para serem memorizados;

5 | Decisão por comitê: Por fim, evite apenas tentar agradar a esposa, o sócio, o primo e o vizinho. Afinal, nomes de consenso costumam ser mornos e sem graça e, claro, ter ousadia exige liderança.

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Diagnóstico para ação: A Ludy.Co batiza o seu sucesso

Está travado na escolha do nome ou com medo de ser processado? A Ludy.Co possui um processo proprietário de Naming que une criatividade linguística com rigor jurídico.

Aqui, não entregamos apenas uma lista de palavras; entregamos ativos validados, com disponibilidade de domínio e viabilidade de registro. Comece sua história com o pé direito. Fale com nossos especialistas em Naming estratégico e encontre o nome que fará sua marca ser lembrada.

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